segunda-feira, 20 de abril de 2020

Armadilhas para caça

Armadilhas de Caça

Armadilhas de Tropeço




Armadilhas de Laço




Armadilhas de Plataforma



Armadilha com Arapuca

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Tocha de fogo Sueca

Hoje falaremos de uma solução 100% natural: a tocha sueca, também conhecida como “vela canadense”, um método bastante interessante e rápido para criar um fogão de “camping” ou de jardim, ou mesmo um fogão natural para se aquecer.
Para fazer uma tocha sueca você precisará de um serrote ou serra (ou se você tiver pratica um motosserra, mas tenha cuidado!) e um pedaço de tronco de árvore, de preferência que seja resinoso (como o pinho), com cerca de 30 centímetros de diâmetro por 50 centímetros de altura.
Assim, basta serrar em cruz o tronco de árvore, dividindo-o em 4 partes iguais, depois inserir nos cortes pequenos pedaços de madeira. Em seguida acender o fogo em ao menos dois braços da cruz, adicionando gravetos aos poucos até que o fogo fique vivo e que todos os quartos do tronco não estejam queimando.
Neste ponto, a tocha sueca está pronta para ser utilizada como um fogão de camping, e no final é possível ainda de utilizar-la para aquecer-se, pois os pedaços do tronco possuem uma combustão lenta. Simples, rápido e natural.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Kit de emergência para o carro (TAG) - Preparado Ep.05

O MAL DA SOCIEDADE ATUAL

Hoje vamos fazer uma pequena reflexão acerca de nossos atos e condutas. Você sabe qual o pior defeito da humanidade em sua era atual? Não, não é a violência, não é o consumismo ou qualquer item “clichê” que você já deve ter ouvido por aí… é algo muito mais estrutural e individual.
Ao analisarmos as bases estruturais da sociedade, observamos que (logicamente) ela é composta por seres individuais, correto? Bom, podemos presumir então que cada ser,em seu pequeno universo de ações, pode contribuir para a realidade a nível global. Julio, chega de teorizações e vamos ao que importa… qual é esse grande mal?
Eu lhes digo, é a terceirização de nossas responsabilidades.
Esse processo danoso sempre existiu na natureza humana, sempre esteve em nossos diálogos locais e em piadas espalhadas ao redor do mundo… a clássica frase “porquê vou fazer se outro pode fazer por mim?” representa exatamente o que quero lhes explicar.
Apesar desse fenômeno estar sempre conosco, este tem sido intensificado pelas facilidades da vida moderna. Hoje temos serviços para TODAS nossas necessidades, da água que você toma até a tosa no seu cachorro… então é simples, entregamos o dinheiro e recebemos a prestação de serviço, fazendo nossa vida ficar muito mais fácil.
O grande problema é que essa conduta não se estende apenas à compra de serviços, mas também chega ao nosso nível ideológico. Vamos elucidar isso:
  • Quantos aqui não votaram ao menos uma vez no candidato “menos pior” das eleições?
  • Quantos não ficaram chocados pelo estado da saúde pública e apenas preferiram desligar a TV para não se “estressarem mais”? 
  • Quantos não ficaram bravos pelo aumento na conta de energia mas pagaram a conta e continuam pagando todos aumentos consequentes?
Isso senhores, por mais que pareça, não é uma “alienação” ou falta de patriotismo. Esta é a conduta onde achamos que todos os problemas do mundo podem ser resolvidos, mas por outras pessoas. Vemos tudo que há de errado e sentamos no nosso sofá pensando… “alguém tem que fazer algo!”.
Agora imaginemos que todos os cidadãos (salvo raríssimas exceções) pensam da mesma forma… e BAM! O que temos? Uma sociedade morna, tolerante e sujeita ao auto controle. Bem vindos à nossa realidade.
Não estou criticando ninguém específico, até porquê somos criados com esta “metodologia” e não vemos uma forma diferente de funcionar…o que é muito conveniente para os governantes. Nada melhor do que termos um bando de pessoas dispostas a pagar impostos e taxas sem ao menos fazer um pequeno estardalhaço. Também não estou vindo com aquele discurso clichê de que “temos que agir”, apenas estou expondo um fato real, e que me preocupa muito.
Não sei se vocês todos sabem, mas é exatamente por isso que no sobrevivencialismo dividimos a sociedade em três grandes categorias:
  • Ovelhas: Indivíduos que “vão com a maré”, estão apenas passando os dias de suas vidas e buscando alcançar aquilo que está na moda ser alcançado. É aquele que se importa apenas com o hoje e pouco quer saber de outras coisas senão o que está acontecendo na novela e quem está ganhando o campeonato de futebol.
  • Lobos: São os malvados da história. Estes conseguem usufruir da inocência das ovelhas e tomam tudo aquilo que conseguem de indivíduos despreparados, pouco lhes importando os aspectos morais ou danos que causam nesse processo. Aqui estão os ladrões, políticos corruptos e toda a classe danosa da sociedade.
  • Cães: Estes meus amigos, são aonde devemos estar. Os cães tem como função proteger seus entes queridos, andarem unidos e serem movidos por coragem, honra e justiça. Os cães são os que estão alertas a todo o ambiente e sabem muito bem como proceder para manterem a integridade de sua família ou “matilha”. Somos nós, os sobrevivencialistas.
Mas lhes digo, ser um “cão” não é fácil. Eu mesmo ainda não posso me considerar um. Porquê? Observe o quão louco (na perspectiva de sobrevivência) são as ações que fazemos todos os dias:
  • Terceirizamos nossa responsabilidade de produzir e ter acesso à energia elétrica. Afinal, é muito melhor deixar uma indústria que não sabemos onde está destruir o ambiente à sua volta para podermos ter nosso video game ligado;
  • Terceirizamos nossa responsabilidade de conseguir água! Todos sabemos o quão importante é a água, mas ainda assim, confiamos que sempre que abrirmos a torneira, a estação de bombeamento mais próxima estará enchendo nossa caixa d’água;
  • Terceirizamos nossa responsabilidade de produzir comida! Não sabemos mais nada do cultivo de alimentos ou criação de animais, pois é mais fácil ir à um mercado e comprar tudo o que precisamos;
  • Terceirizamos nossa defesa! Confiamos que a polícia e entidades governamentais podem nos defender de quaisquer ameaças, mesmo vendo a calamidade que o sistema está e a ineficiência destas mesmas organizações.
Poderia fazer uma lista enorme aqui com as responsabilidades que terceirizamos, que deixamos nas mãos de outras pessoas ou entidades que sabemos muito bem que são falhas e frágeis.
Afinal, se der errado, temos alguém para culpar não é mesmo?
O problema é que se tudo isso vier abaixo, culpar alguém não vai resolver nada.
Meu conselho final é:
Não deixe ninguém tomar conta de sua vida, tome suas ações e seja responsável por elas. Não confie ou dependa totalmente de serviços alheios e continue sempre a buscar formas mais independentes de viver, afinal, se você está de verdade no sobrevivencialismo, de nada adianta comprar dez mil reais em equipamentos e suprimentos importados se você não tem nem a capacidade de desentupir o cano da sua pia.
Até.
Julio Lobo

Sobrevivencialismo para pessoas comuns

Muitas pessoas ao ter seu primeiro contato com o termo “Sobrevivencialismo” acreditam que é algo relacionado a “sobrevivência na selva” ou exclusivamente “preparação para cenários de crise”, esta crença vem do esbarro no assunto, que muitas vezes aparece sendo discutido em vídeos, fóruns e materiais específicos que são publicados por muitos autores, dando a impressão de que todo sobrevivencialista é um mateiro paranoico e pessimista.
Acontece que o buraco é mais embaixo.
O sobrevivencialismo tem mais a ver com sustentabilidade e autossuficiência, e a grande maioria de seus estudos está mais para o dia a dia que para um estado de crise.
Trocando em miúdos, o sobrevivencialismo prático, é uma enorme colcha de retalhos de temas e especialidades que se estudados e praticados elevam a capacidade humana, aumentando suas chances de superar problemas. Além disso, quando aplicado ao dia a dia familiar, abre a possibilidade de uma nova forma de vida, mais critica, criativa, voltada ao natural, muito mais segura.
O sobrevivencialismo também é um equalizador de forças.
O homem comum geralmente é mantido na coleira do estado, escravizado pelo sistema e pela mídia de massa. Não é incomum ver o cidadão de bem ter seus direitos podados arbitrariamente, ser injustiçado e manipulado por empresas sem moral ou levado por propagandas a se endividar, comprando coisas que não precisa, enquanto negligencia outras, que uma hora ou outra podem salvar sua vida.
O potencial estratégico do sobrevivencialismo para o cidadão comum é imenso e afeta diretamente o sistema, criando no mínimo, uma divisão de logística e suprimentos totalmente off grid, fora do sistema e pessoal.
Vou dar um exemplo de como isso funciona:
A família planta uma horta, em vasos ou numa terrinha ali no quintal, a ideia é ter algum alimento em casa caso um evento de crise ocorra. Um ano se passou e não houve nenhuma crise que afetasse esta família no período. A horta rendeu colheitas, verduras, legumes que foram consumidos. Com isso o cidadão se alimentou melhor com os orgânicos que colhe, desenvolveu habilidades relacionadas a produção de alimentos, ele também gastou menos no mercado, pagando menos impostos ou taxas de cartão de crédito. Não houve uma grande crise de fato, não como muitos pensam, mas este cidadão deu grandes passos contra a inflação, a taxa de juros, os atravessadores e corruptos que ganham a vida nas costas do trabalhador honesto.
Com o tempo ele aprende a reciclar e compostar seu lixo, começa a colher e armazenar agua da chuva e com isso dá outro grande golpe no sistema, agua é vida, quem controla a agua controla a vida, afinal a mesma agua que chove na represa e que é vendida pra você, também chove em seu telhado. Ele vai se preocupar com segurança e não vai mais ser um alvo tão apetitoso para bandidos, que vão escolher alvos mais fáceis.
Essa gradual evolução, acontece no dia a dia, está em andamento, gerando benefícios visíveis no cotidiano familiar e é muito mais profunda do que ter uma lanterna boa e funcional quando a energia que compramos do estado falha, ter a lanterna, uma boa faca, uma arma para se defender é só arranhar o vidro do sobrevivencialismo.
Como seria um país com muitas pessoas com capacidade de autossuficiência?
O sobrevivencialismo é uma arma estratégica poderosa para o cidadão comum, e vai muito além dos treinamentos de sobrevivência na selva e preparação para um apocalipse que pode ou não acontecer em breve.
Abraços.
Marcio Batata

terça-feira, 26 de abril de 2016

Sobreviver não é viver: 7 dicas para aproveitar melhor a vida

Sobreviver é deixar a vida lhe levar. Viver é levar a vida para onde você deseja ir.
  • Muitas vezes nem percebemos e estamos apenas sobrevivendo ao invés de vivendo e aproveitando a vida. Apenas vamos sentindo uma angústia e uma sensação de vazio, então pensamos: Minha vida não faz sentido!
    É triste pensar, mas há muitas pessoas que andam para lá e para cá e estão apenas sobrevivendo exatamente igual a alguém que se encontra num hospital em coma. E como alguém num hospital, não sofremos sozinhos, podemos ter o pensamento que é nossa dor, nossos problemas e que ninguém tem nada a ver com isso, mas inevitavelmente sofrem junto todos que nos amam.Felizmente, para muitos de nós que estamos em pé e apenas sobrevivendo, há a possibilidade de tomar a decisão de voltar a viver.
    Pode parecer difícil no começo (como tudo), mas começamos com pequenas mudanças em nosso dia a dia e, principalmente, em nosso comportamento e lentamente veremos a mudança, a vida voltando a ter cor. Normalmente queremos que tudo aconteça muito rápido e é aí que erramos e desistimos. Não foi do dia para a noite que ficamos assim, então não será do dia para a noite que iremos melhorar. No entanto, devemos nos valorizar, acreditar em nós mesmos, ter fé em Deus e AGIR. Não adianta também ficarmos parados esperando um milagre, temos que lutar por nós e nossa felicidade.
    Aqui vão 7 passos para deixar de sobreviver e passar a viver:
    1- Decida voltar a viver e anote em uma caderneta o dia da sua "decisão" e seus sentimentos e planos. Faça metas!
    2- Continue anotando todos os dias ou sempre que tiver uma boa ideia ou um avanço (mesmo que pareça pequeno). Anote também suas frustrações e falhas, isso lhe ajudará a não cair mais tão facilmente nos mesmos erros. Mas se cair, não desanime.
    3- Tire um dia na semana ou a cada quinze dias para ler suas anotações e refletir.
    4- Faça algo que lhe dê prazer, procure um curso, um passeio ou mesmo tirar um tempo para ouvir aquelas músicas que há tanto tempo você não ouvia e adora, faça algo que goste e lhe faça bem.
    5- Converse com algum familiar sobre o que está passando. Sempre tem alguém em nosso lar que temos mais afinidade e liberdade para conversar, então se abra, divida suas dores e angústias, mesmo que pareçam bobeiras. Se algo nos deixa mal não é bobeira e quem nos ama irá entender e ouvir.
    6- Converse com pessoas ao seu redor e tente ajudá-las em seus problemas, ajudando os outros você verá que todos passam por dificuldades e com certeza irá se sentir melhor e mais forte para enfrentar seus desafios.
    7- Ore pedindo força para Deus, agradeça por estar vivo e estar tendo essa oportunidade de voltar a viver. E assim ser feliz e fazer sua família feliz.
    Nunca desista de você! Ame-se, valorize-se! Seja luz! Viva e seja feliz, mesmo passando por dificuldades e dores. Aproveite tudo de bom que a vida tem para oferecer. Nunca se permita apenas sobreviver. VIVA!

Curso de combate em locais confinados: Entrevista com Sgt. Lima

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Quais os limites do homem?

Quais são os limites de sobrevivência do homem?

por Dante Grecco | Edição 39
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Em situações extremas na natureza, o ser humano pode morrer por pelo menos sete motivos: de sede, de fome, de calor, de frio, por ficar muito tempo sem respirar e por estar submetido aos efeitos de grandes altitudes ou profundidades.  Para calcular cada limite, consideramos um ser humano sedentário, de 1,70 metro e 70 quilos, sem equipamentos de proteção. O homem não nasceu para experiências radicais, mas mesmo assim podemos nos adaptar a várias situações. "Para desempenhar suas atividades em variadas condições, nosso organismo modifica processos que regulam a pressão dentro dos vasos, o volume de água, a temperatura corporal e a oferta de oxigênio e nutrientes", diz o fisiologista cardiovascular Ruy Ribeiro de Campos Júnior, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Não é de hoje que o homem testa seus limites. Uma experiência célebre aconteceu em 1862, quando o balonista Henry Coxwell e o médico James Glaisher, ambos ingleses, atingiram uma altitude entre 8 850 metros e 11 mil metros (não há dados precisos) a bordo de um balão. Lá em cima, onde o oxigênio é rarefeito, Glaisher ficou temporariamente cego e desmaiou. Quando viu que ia apagar também, Coxwell fez o balão descer em segurança. O médico tomou um baita susto, mas se recuperou.
Não faça isso em casaListamos sete situações radicais e a reação do corpo a cada uma delas
SEDE
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LIMITE - Quatro dias sem água
RECORDE - Em 1905, o mexicano Pablo Valencia ficou sete dias sem beber nada no deserto do Arizona, nos Estados Unidos
O QUE ACONTECE - Nosso corpo tem cerca de 40 litros de água. Se perder entre 15% e 25% disso, as células murcham e o sangue fica viscoso, dificultando o trabalho do coração. Resultado: tonteiras, fadiga, inconsciência e, no fim, morte
PROFUNDIDADE
LIMITE - 3 metros (na água, para uma pessoa não treinada)
RECORDE - Em outubro do ano passado, o francês Loic Leferme desceu a 171 metros em apnéia (sem respirar). Com cilindros de oxigênio, o recorde é de 313 metros
O QUE ACONTECE - A pressão comprime principalmente o tórax e os órgãos internos. O coração tem dificuldade para bombear o sangue e os pulmões ficam amassados. Isso sem falar da falta de oxigênio
FRIO
LIMITE - Com roupas leves, até -5 ºC
RECORDE - Em setembro do ano passado, o holandês Wim Hof ficou 1 hora e 8 minutos dentro de uma caixa em contato com gelo
O QUE ACONTECE - O corpo consome mais energia para evitar que a temperatura interna fique muito baixa (o normal é 36,5 ºC). Quando ela chega a 32 ºC, os vasos sanguíneos se fecham para perder menos calor para o ambiente, o sangue fica mais denso e o coração bate mais devagar, prejudicando a circulação. Com o corpo a 20 ºC, o coração pára de bater
RESPIRAÇÃO
LIMITE - Três minutos sem respirar
RECORDE - Em dezembro do ano passado, o alemão Tom Sietas teria prendido o fôlego durante 8 minutos e 58 segundos dentro de uma piscina. A marca ainda depende de confirmação
O QUE ACONTECE - Sem oxigênio, os neurônios são os primeiros a jogar a toalha. E você já sabe: depois que morre, um neurônio não se recupera nem ganha um substituto. A morte cerebral é irreversível. O coração pode sofrer lesões e infartos
CALOR
LIMITE - Cerca de 50 ºC (temperatura ambiente)
RECORDE - Não há registro preciso
O QUE ACONTECE - Sensores localizados na pele enviam sinais para o cérebro, onde fica o hipotálamo, que funciona como um termostato. Ele dá o comando para produzir suor e resfriar o corpo. Para isso é preciso usar a água do organismo. Quando está muito quente, ela acaba rápido e a temperatura interna dispara. Se a febre passar de 42 ºC, os neurônios começam a pifar
ALTITUDE
LIMITE - Acima de 3 mil metros, uma pessoa não aclimatada pode passar mal
RECORDE - Em 1978, os austríacos Peter Habeler e Reinhold Messner atingiram pela primeira vez o topo do Everest (8 850 metros) sem oxigênio suplementar
O QUE ACONTECE - Quanto maior a altitude, menos oxigênio. Acima de 6 mil metros, o alarme é disparado por células quimiorreceptoras, localizadas nas carótidas (duas artérias do pescoço) e na aorta. Para compensar a falta de ar, elas aceleram a respiração
FOME
LIMITE - 20 a 30 dias sem comer
RECORDE - Em dezembro de 2004, o carioca Erikson Leif ficou 51 dias, 22 horas e 30 minutos sem comer. Ele começou o jejum com 103 kg e terminou com 78,5 kg
O QUE ACONTECE - Cai a taxa de glicose no sangue. Sem combustível, o corpo consome as gorduras. Depois, avança sobre as proteínas. A inanição altera a pressão arterial, detona órgãos internos e causa desmaios
Consultoria: Fadlo Fraige Filho, professor da Faculdade de Medicina do ABC; Ruy Ribeiro de Campos jr., professor de Fisiologia Cardiovascular da Unifesp; Dalva Poyares e Luciano Ribeiro Jr., neurologistas do Instituto do Sono da Unifesp; Ricardo Vivacqua, especializado em medicina hiperbárica